infocefet 2007

Blog anda meio parado por falta tempo dos administradores… meu dia bem que podia ter 36 horas :]

Deixando a enrolação (desculpas?) de lado, vim aqui para divulgar o infocefet 2007. Um simpósio para a turma da computação organizado pelo pessoal do CEFET-PI. Participei do evento ano passado e foi muito legal. Marquem presença lá pois eventos desse porte são raros no nosso estado (infelizmente).

Mais informações no site: INFOCEFEFT’07

Java is everywhere…

Deixo o carequinha explicar tudo…

Brasil Campeão na ImagineCup

A equipe Trivent Dreams ganhou a competição da categoria de sistemas embarcados com o projeto e-du TV. Parabéns pessoal!!

Mais informações sobre como foi a aventura desses caras na Coréia você pode confereri no blog do André Furtado:

thespoke.net/blogs/afurtado

Pownce!

Fazia tempo que não postava aqui no blog então pra compensar trago algo bem legal pra vocês. O Pownce! Mais uma solução na onda dos aplicativos sociais. Seu principal atrativo é o compartilhamento de diversas coisas com seus amigos, dentre elas: Arquivos, Mensagens, Eventos e Links (você pode mandar a mesma coisa para diversos amigos simultameamnte!). Atualmente o Pownce consiste em uma aplicativo web (uma especie de MySpace/Orkut) e uma aplicação Desktop (um tipo de Messenger). Atualmente ele se encontra em fase “beta”, você deve enviar seu email para uma lista de espera e aguardar um convite (Já consegui o meu!). Com o convite você recebe mais 6 outros convites para enviar para seus amigos. Para mais informações: www.pownce.com

Meu pownce: www.pownce.com/overmind

;D

Sete Virtudes do Open Source

Muito se ouve falar de software livre, open source e coisas do gênero, mas será que vale a pena apostar em soluções de código aberto? Confira, a seguir, os principais argumentos de que acha que sim. E se você discorda, explique por quê. Nossa próxima incursão no tema pode ser uma lista dos sete pecados capitais desse modelo.

1 – Preço. É difícil competir com algo que costuma ser gratuito, como o software livre. Mas vale lembrar que os defensores dos programas fechados argumentam, com razão, que se deve considerar o custo total de se usar uma ou outra solução (o chamado Total Cost of Ownership), somando o gasto com suporte, treinamento e afins ao preço inicial. Isso muitas vezes elimina ou reverte a vantagem do preço, que nem é mais visto como a maior vantagem do software livre. Mas que ajuda na decisão, ajuda.

2 – Liberdade. Quer instalar em 50 novas máquinas? Tudo bem. Quer copiar para um colega de outro departamento? No problem. Quer incorporar a um produto da empresa e passar a distribui-lo para terceiros? Você decide. A Free Software Foundation, que defende um conceito ligeiramente diferente do Open Source, adora ressaltar que o “free” de seu nome se refere a liberdade, e não preço (daí usarmos a expressão “software livre”, e não “software grátis”).

3 – Evolução. Nada pior do que ter toda uma operação dependente de um software proprietário e a empresa responsável fechar as portas, ser adquirida pela concorrente ou simplesmente decidir que não vale mais a pena dedicar esforços à atualização daquele programa. Com software livre, ninguém pode matar um programa de uma hora para a outra e você sempre poderá investir recursos próprios ou contratar terceiros para adaptarem o software a um novo ambiente ou desenvolver novos recursos.

4 – Variedade. Se o desenvolvimento de um software livre atinge uma encruzilhada, os programadores podem optar por dividir seus esforços entre duas ou mais versões. Isso sem dúvida alguma dificulta o processo, mas permite que diferentes linhas de ação coexistam e compitam entre si, estimulando o aprimoramento contínuo de cada uma delas. E se a maioria dos desenvolvedores optar por um caminho que não atende às suas necessidades, você sempre pode criar uma versão personalizada do software.

5 – Comunidade. O acesso ao código-fonte dos programas permite que qualquer curioso os estude e possa trabalhar neles. Isso estimula os programadores independentes e cria um senso de comunidade e objetivos coletivos. O resultado é uma grande oferta de mão-de-obra especializada e desenvolvedores/usuários apaixonados pelos programas. Quantas pessoas você conhece que compram camisetas da Microsoft ou colocam bonecos (Vodu não vale) do Bill Gates sobre seus monitores? E do pinguim do Linux?

6 – Qualidade. A idéia de um software em que todo o mundo pode mexer não inspira muita confiança, mas na prática, acaba funcionando. Primeiro, porque a já citada comunidade se auto-regula e auto-corrige, evitando erros que poderiam passar desapercebidos num time de desenvolvimento menor. Mas, principalmente, porque não existe pressão do chefe para cumprir prazos de lançamento. Sem requisitos comerciais a serem atendidos, os programadores trabalham até estar tudo realmente pronto.

7 – Segurança. Este é outro ponto em que a realidade surpreende quem acha que um software cujas entranhas estarem à vista de todos deve ser mais vulnerável. Pelo contrário. O fato de seu funcionamento interno ser de conhecimento público contribui para a identificação e correção de eventuais falhas. Diferente do software proprietário, uma caixa-preta a que só têm acesso os próprios programadores que deixaram passar as falhas de segurança e hackers mal-intencionados que as exploram.

fonte: blogubuntu.wordpress.com

Bug no Firefox

Novo bug do Firefox permite a execução de programas locais na máquina do usuário.A falha localiza-se na manipulação de URLs e foi descoberta pelos consultores Bill Rios, da Verisign, e Nate McFeters, da Ernst & Young. Rios e McFeters publicaram uma prova da existência do bug, mostrando como a falha leva à abertura do programa Calculadora.

O exemplo, obviamente, é inócuo. Mas eles avisam que o problema pode ser explorado para executar comandos remotamente na máquina do usuário. A Mozilla Foundation, produtora do Firefox, está desenvolvendo uma correção para essa brecha de segurança.

Fonte : info.abril.com.br

Acelere seu Ubuntu

Nota: Dica publicada no vidagreek.net
O Ubuntu é uma distribuição do tipo instale-esqueça, em que usuário iniciantes em Linux podem ter um sistema open-source fácil de usar e capaz de realizar as mesmas coisas que já estão acostumados com sistemas proprietários. Mas existe alguns truques que podem ser feitos para melhorar a eficiência geral do sistema e que por motivos de compatibilidades não estão ativos após a instalação. Segue três itens interessantes sobre este aspecto:

Controle do SWAP

O Swap é feito toda vez que o sistema acredita que deva guardar no disco parte das informações da RAM para não ocupá-la inteiramente. Existe um forma de definir quão frequentemente o kernel deve realizar o swap, apesar de o assunto ser discutível.

Você pode descobrir o seu “swappiness” através do comando
sudo cat /proc/sys/vm/swappiness

Seu sistema deve ficar mais rápido se você diminuir este valor, através do comando
sudo sysctl -w vm.swappiness=10

Mas esta alteração não é permanente, para alterar permanentemente este parâmetro altere o arquivo /etc/sysctl.conf na opção vm.swappiness e mude para 10 (crie se não existir).

Removendo Terminais

Se você não usa muito os terminais do seu Ubuntu, você pode diminuir o numero dos mesmos para economizar memória. Para isso edite o arquivo /etc/inittab, procurando pela linha
2345:respawn:/sbin/getty 38400 tty1
Ela e as seguintes indicam cada um dos tty’s e você pode comentá-las com um # na frente da linha. Recomendo não remover o tty1 pois ele pode ser útil se algo de estranho ocorrer com o seu X.

Boot Concorrente

Como o Ubuntu foi criado para um sistema genérico ele não utiliza os outros (possivelmente existentes) processadores da máquina durante o processo de inicialização. Editando o arquivo /etc/init.d/rc trocando CONCURRENCY=none para CONCURRENCY=shell você muda o seu boot de normal para paralelo. Para ver se isto foi útil você pode usar o Bootchart.

Wndows Vista: 8 dicas para empresas

O que é presciso observar antes de se decidir em adotar o Windows Vista na sua empresa?

1 – Máquinas novas:

A adoção do Vista impõe mudanças radicais. Nas empresas, dificilmente os computadores adquiridos há dois ou mais anos terão condições de rodar o SO da Microsoft. Então a decisão mais sensata é pensar no Vista a partir da próxima leva de máquinas que a empresa irá adquirir.

2 – Programe a implantação:

Para garantir uma implantação do Vista com pleno sucesso, é presciso estudar em detalhes a questão da compatibilidade e plenejar cada passo do processo.

3 – Software e drivers:

Muitas versões recentes não funcionam corretamente com o Vista. É provável que aplicativos feitos sob medida  para a empresa também enfrentem problemas. Portant, não é possível pensar na adoção do novo sistema sem uma análise criteriosa dos impactos tembém no software. Concluindo, ainda há os drivers. É presciso verificar se dispositovos como Scanners e empressoras vão funcionar corretamente com o Vista.

4 – Kit de ferramentas:

Para facilitar a instalação do Vista nas empresas a Microsoft criou um kit de ferramentas e documentos, o Microsoft Solution Accelerator for Business Desktop Deployment, o BDD. O pacote orienta a teste de compatibilidade de programas e a criação das imagens a ser instaladas nos computadores.

5 – Imagens de instalação:

Uma ferramenta que prescisa ser baixada via BDD é o Windows System Image Manager, que cria as imagens do sistema de instalação em escala nos equipamentos da empresa. Os computadores que vão receber o novo sistema não prescisão ser todos idênticos.

6 – Tamanho da imagem:

As imagens do Vista começam em cerca de 2 gb, compactadas. Após a implantação, elas crescem para 5 gb, ou bem mais, considerando-se a adição de aplicativos. É possível que a rede da empresa não tenha capacidade para fazer essa distribuição de um servidor para  as estações.

7 – Desativar o Aero:

Nas instalações em que o desempenho seja fundamental, uma solução é desativar funcções como o Windows Aero, que proporciona a exibição de janelas transparentes.

8 – Desative aplicativos:

Outro ajuste para ganhar performance é desativar os programas que não são usados, mas ficam ativos em segundo plano, consumindo recursos do computador.

Fonte: Revista Info

Próxima versão do Ubuntu LTS anunciada!

” Mark Shuttleworth anunciou neste domingo que a próxima versão LTS da distribuição Ubuntu será a 8.04, com lançamento previsto para Abril de 2008. A Canonical agora se comprometerá a lançar uma nova versão LTS a cada dois anos, assim a outra versão LTS deverá ser a 10.04. “

Fonte: br-linux.org, dosesdiarias.seucaminho.com

Popularidade do Ubuntu supera Fedora.

O site Seopher buscou dados publicamente disponíveis – o índice de acessos no Distrowatch e o número de buscas no Google em anos recentes – para avaliar a popularidade do Ubuntu e Fedora.

Fornecido pelo Google, o gráfico abaixo mostra uma linha crescente referente ao sistema lançado em 2004, Ubuntu Linux, e os picos no gráfico representa no momento do lançamento das novas versões.

Veja dois gráficos, um nos principais países do mundo e o outro, logo abaixo, no Brasil, confira!

Principais países do mundo:

comparacao-ubuntu-fedora-gentoo-slackwaredebain.gif

No Brasil:

comparacao-ubuntu-fedora-gentoo-slackwaredebain-brasil.png

Caso você tenha mais curiosidades visite este link.

Fonte: br-linux.org.

Lápis e caneta? Não, HTML!

Mais uma vez os japoneses me impressionam. Que eles comandam na arte do anime e mangá não é nenhuma novidade, mas que tal desenhar usando HTML? Veja o video abaixo e também se impressione ;D

Ambientes 3D, confira as diferenças!

Core Animation (Mac OS X):

Compiz Fusion (Linux):

Aero (Windows Vista):

Agora a escolha fica com vocês! Divirtam-se =)

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